Há mais de seis anos, os professores, engenheiros e biólogos, do grupo Mundágua vem alertando os jovens, sobre a gravidade dos problemas acarretados, pelo aumento das temperaturas da atmosfera e oceanos da Terra.

As devastações constantes; poluições crescentes; desmatamentos; contaminações do solo, ar e água; queimadas
afetando a atmosfera negativamente e outros males ocasionados pelos seres humanos; uniu um grupo de professores, consultores, ex-funcionários de empresas como: Sabesp, Cetesb, DAEE, USP e técnicos de empresas de engenharia; pessoas essas , com experiência em diversas áreas, que agrupadas, podem trabalhar em prol do nosso esclarecimento e estudos sobre as modificações que estão e ocorrerão em nosso planeta.

Todas as mudanças climáticas, que temos observado, têm trazido e trarão mais transtornos às populações, em todos os biomas terrestres.

A acomodação das entidades educativas, só tem atrasado as atitudes que devem ser tomadas com urgência, para que o aumento dos fenômenos atmosféricos trágicos, não aumente ainda mais.

A poluição do ar e água vem exigindo especial atenção das autoridades, que não conseguem soluções satisfatórias para reverter, ou estacionar os danos causados pelas intempéries, que só tendem a piorar.

Nossas águas, que deveriam ser potáveis e saudáveis para o consumo humano, estão a cada dia mais poluídas e
contaminadas, exigindo o uso crescente de produtos químicos, cujos resíduos, em especial, o cloro e cristais de cálcio, tem causado doenças: degenerativas, diabetes, pressão alta , enfraquecimento dos músculos cardíacos , AVCs, baixa resistência imunológica, mal de Alzheimer e câncer.

O problema não é só das autoridades; nossas redes de distribuição estão envelhecidas e esburacadas; nossos
reservatórios, tanto públicos como particulares, se contaminam com facilidade, deteriorando as águas que saem de
nossas estações de tratamento em boas condições.

Com a poluição crescente de nossos solos; nossas águas pluviais, fluviais e subterrâneas estão cada dia mais
contaminadas; exigindo inovações , acréscimo de novos produtos químicos e novos estudos.

Nossa falta de entendimento e, divulgações maciças sobre os problemas de coleta seletiva e reciclagem de lixo, estão facilitando, que metais pesados e outros poluentes perigosos, contaminem todo nosso meio ambiente de maneira assustadora.
Segundo dados da secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, 65% das internações hospitalares são devidas ás
ingestões líquidas de má qualidade. Um dado mais alarmante é que 93% das crianças, de até um ano, morrem por
ingestão de água contaminada.

Estamos presenciando um aumento quantitativo de mortes precoces entre os quarenta e cinqüenta e cinco anos de idade de pessoas, que teriam certamente mais tempo de vida.

Nossos jovens estudantes de ensino médio e universitário têm que ser bem informados e, o paradigma da educação de nossos dias terá que sofrer algumas interações, pois nosso sistema de ensino, já não mais satisfaz nossas necessidades e do mercado.

A participação de universidades em campos avançados, de pesquisas ambientais, ou em laboratórios; nossas especializações em algumas áreas, até então desprezadas, se fazem necessárias e urgentes.

Há a necessidade premente, que se mudem alguns conceitos de educação moderna, onde as ligações entre os indivíduos e as instituições de ensinos, se interajam, em todas as áreas de especializações.

No conceito moderno de educação, temos que levar em consideração, que o ser humano é muito mais emocional do
que tem sido tratado.

Verificando-se a violência nas escolas de várias partes do globo, notamos que estamos no caminho errado da educação.

Convivência: ambiental, social, emocional interativa, devem estar intimamente ligadas, pois os seres estão a cada dia mais necessitados das relações psíquicas, adoentadas pelo crescente personalismo; acarretado pelo uso indiscriminado de todas as tecnologias, que isolam os seres, tornando-os mais individualistas e exclusivistas.

A falta de convivência, de contato físico, do diálogo direto e aberto, a falta de trabalho voluntário em prol das comunidades, isolando as pessoas, tem causado o crescimento da agressividade da intolerância e do egoísmo.

No que se refere aos fenômenos ambientais drásticos, que passarão a ocorrer cada vez com mais intensidade; até
quando vamos assistir de braços cruzados?

É cômodo ver pela televisão os fenômenos aterradores em terras alheias, todavia e certamente, a hora de todos nós chegará!

Agende uma palestra com um de nossos especialistas.

Temos certeza: seus alunos mudarão de atitudes e, sua instituição passará a fazer parte de um mundo melhor, mais humano e atualizado, tornando-se mais conhecida e respeitada, por suas novas posturas.


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